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Baseado em artigo de Fabian Gonçalves, auditor e especialista da área ambiental da SGS.

No dia-a-dia, a água é utilizada para beber, cozinhar e lavar, mas seu consumo é significativamente maior na produção de produtos e equipamentos. Saber o quanto de água é utilizado num processo produtivo é o primeiro passo para poder entender o valor que a água tem como insumo.

Assim como no cálculo da pegada de carbono o importante em calcular a pegada hídrica é entender a forma como se está produzindo e com isso ser capaz de fazer escolhas mais responsáveis com relação ao uso desses recursos.

Criado por Arjen Hoekstra, ambientalista e professor da disciplina Gestão da Água na Universidade de Twente, na  Holanda há dez anos,  só agora o conceito  começa a ser aplicado nas organizações. Seu cálculo, estimado pelo uso de água doce utilizado em toda a cadeia produtiva, pode ser usado como um indicador que monitora o uso direto e o indireto da água, do produtor ao consumidor, de organizações e indivíduos.

A questão do uso da água tem se tornado parte essencial das discussões sobre sustentabilidade, e como não poderia deixar de ser, também foi tema durante a Rio+20. Durante  evento aberto ao público no Parque dos Atletas foi apresentado o Programa Água Brasil, desenvolvido em parceria com a Fundação Banco do Brasil e Agência Nacional de Águas , e que consiste em uma série de ações de sustentabilidade no campo e na cidade, incluindo finanças sustentáveis, boas práticas agropecuárias e consumo responsável. Além disso, o Prêmio ANA, promovido a cada dois anos, premiou nesta edição de 2012 práticas de destaque no uso racional da água, através de ações como o combate ao desperdício e à poluição; o incentivo à conservação e o acesso aos recursos hídricos no país.

Já existem documentos prontos  e outros em desenvolvimento que abrangem métodos de avaliação da pegada hídrica, com o objetivo de mostrar como ela pode ser calculada para os processos individuais e produtos, para  consumidores, países e empresas. A própria ISO 14046 (“Water Footprint: Requirements and Guidelines”), em elaboração, tem como objetivo padronizar internacionalmente uma metodologia de avaliação dos impactos sobre os recursos hídricos, a partir da Avaliação de Ciclo de Vida.  O Brasil é um dos países envolvidos nesse desenvolvimento, responsável pela  coordenação desses trabalhos.

Com essa ferramenta, toda a cadeia upstream e downstream entra na análise, permitindo a identificação dos pontos críticos de uso e contaminação desses recursos,  e a geração de indicadores que servirão como referência e suporte para a tomada de decisões estratégicas, não apenas da organização mas do próprio consumidor final.

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Karina Tagata
Communications Advisor
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