Skip to Menu Skip to Search Contate-nos Brazil Sites e Idiomas Skip to Content

Digite “Código de Conduta” em qualquer site de  busca e aparecerão links de grandes organizações. Por quê? No mundo globalizado, a vertente social do triple bottom line demanda uma postura cada vez mais ética das organizações e  gerir as relações profissionais tornou-se uma poderosa ferramenta de proteção à marca.

*Com a colaboração de Renata Lucio, advogada, Gerente de Responsabilidade Social da SGS.

Por conta da velocidade das informações, marcas valiosas são alvos fáceis, principalmente quando se trata de assuntos trabalhistas. Por isso,  é preciso monitorar a cadeia de fornecimento como parte do plano estratégico da organização. Auditorias de responsabilidade social  são ferramentas robustas para essa finalidade, pois permitem, entre outros critérios,  medir exatamente o passivo trabalhista de seus fornecedores, gerenciando os riscos e determinando as políticas de terceirização.

Se, por um lado, a globalização trouxe novas oportunidades de negócio, por outro,  obrigou as organizações a estreitar suas margens, aumentando a produtividade e reduzindo custos.  Para fechar essa conta, muitas empresas optaram por terceirizar operações sem levar em conta os riscos embutidos nessa “solução”. E a conta acabou ficando muito salgada.

Depois de contratadas, muitas empresas prestadoras de serviço cometeram todo o tipo de irregularidades trabalhistas. Antes que o tomador de serviço e a própria Justiça tivessem  tempo de reagir, esses “terceirizados” fechavam as portas e sumiam, deixando seus empregados sem qualquer direito.

Diz uma máxima do Direito que “quem usufrui dos bônus deve suportar o ônus”; assim,  visando a proteção desses empregados terceirizados, os tribunais começaram a responsabilizar subsidiariamente os tomadores de serviço,que passaram a ser co-responsáveis por todos os débitos trabalhistas em solidariedade com a prestadora de serviços contratada.

Ruim para o tomador de serviço que contratou a empresa de prestação de serviço de boa fé? Sem dúvida. Mas pode ficar pior, pois  uma vez que a terceirização for considerada ilícita, o vínculo trabalhista é reconhecido entre empregado e tomador de serviços. E o resultado desses incidentes, que muitas vezes viram escândalos na mídia, é um sério prejuízo à imagem da organização perante acionistas, órgãos regulatórios e opinião pública, inclusive do ponto de vista econômico.

Códigos de Conduta permitem  que a organização estabeleça os princípios éticos e as normas de conduta que orientarão as relações comerciais com seus fornecedores e entre esses  fornecedores e outros elos da cadeia de fornecimento quando em nome da organização. Além disso, do ponto de vista interno, também permitem o gerenciamento da postura dos colaboradores, prevenindo e corrigindo eventuais desvios. As auditorias com base nesses valores da organização são ferramentas que  asseguram  e monitoram a manutenção desses valores.

Interessado?  Entre em contato e conheça nossas soluções de responsabilidade social para cadeias de fornecimento.