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Escândalos e crises no início dos anos 90 levaram o consumidor a duvidar da qualidade e segurança de muitos produtos de  consumo.  Para garantir a sobrevivência da marca, muitas organizações optaram por demonstrar de forma voluntária como esses produtos eram produzidos, de onde vinham e como chegavam às mãos do consumidor final. Assim surgiram  as cadeias de custódia, ferramentas de rastreabilidade que funcionavam como uma garantia de  origem do produto.

O sistema de rastreabilidade, numa cadeia de custódia, é baseado no conjunto de documentos eletrônicos ou físicos, ordenados cronologicamente, demonstrando o recebimento/aquisição, posse, controle, transferência e disposição de um produto  - o que permite a  recuperação de todo seu histórico, assegurando  a efetividade da  gestão considerada ideal pela organização.

Mais conhecida por ser  utilizada ao longo de toda a  cadeia produtiva de  produtos florestais e alimentos, com a evolução do ambiente de negócios e as novas demandas que daí adviram, a cadeia de custódia passou a incorporar  a  vertente da sustentabilidade, incluindo requisitos que visam a maximização dos benefícios sociais, a conservação do meio ambiente e a viabilidade econômica do negócio no longo prazo.

Hoje, segmentos como agronegócio e biocombustíveis concentram várias iniciativas que cobrem também requisitos sociais e ambientais em seus checklists, envolvendo  toda sua cadeia de fornecimento. Na área têxtil, a ABVTEX ( Associação Brasileira do Varejo Têxtil) desenvolveu um programa de autoregulamentação, com o objetivo de prevenir que grandes o produto comercializado tenha qualquer ligação com  trabalho análogo ao escravo em seus prestadores de serviço, outras empresas da área se utilizam de auditorias de código de conduta.

Vários esquemas de  certificações voluntárias já incorporam a rastreabilidade sócio-ambiental em seus critérios: FSC e Cerflor para produtos florestais; UTZ Certified para café, chá, óleo de palma, entre outros, BSCI para café, GlobalGAP e  SQF-1000 para agricultura em geral incluindo criação de animais, e mais recentemente os programas dedicados a produção sustentável de biocombustíveis como Bonsucro, RTFO, RTRS, RTPO, RSB, entre outras.

É fato que a rastreabilidade por si só não resolve todos os problemas da cadeia de valor, mas sem dúvida, estabelece a transparência necessária às medidas de controle, resgatando  a confiança de consumidores e clientes - um valor agregado que incorporado ao produto lhe confere diferenciação. Afinal, um sistema eficiente de rastreabilidade, junto aos atuais sistemas de monitoramento, políticas sustentáveis, e investimentos em tecnologias atrelados às idéias de desenvolvimento sustentável, podem apresentar resultados consistentes no mercado global.

Para mais informações sobre esquemas de certificação, entre em contato com Vanda Nunes.

Karina Tagata
Communications Advisor
SGS - Brasil
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