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Na atual cadeia produtiva de vestuário e acessórios, a dificuldade de controlar os perigos à saúde e ao meio ambiente relacionados aos elementos químicos reside não apenas na imensa lista desses elementos, mas também na complexidade multinível de sua cadeia de fornecimento, de escala mundial.

A informação sobre esses elementos nem sempre é transparente e facilmente rastreável ao longo da cadeia de produção. Acompanhar o passo rápido da indústria, mantendo-se em conformidade com leis e regulamentações globais é um desafio que soluções tradicionais já não são capazes de atender.

Para muitas marcas e fornecedores, parece difícil equacionar os custos relacionados à conformidade e os interesses do consumidor. Porém, pior será enfrentar um recall de produtos onde já existe legislação: é que nesses casos o processo de recuperação é difícil e normalmente os produtos são destruídos em processos que envolvem altos custos, inclusive de multas e indenizações.

Há alguns dias a tevê  brasileira noticiou a presença de uma quantidade absurda de cádmio num carregamento de dezesseis toneladas de bijuterias vindas da China.  Assim como o chumbo (Pb), o mercúrio (Hg), o cromo hexavalente (Cr), os bifenilos polibromados (PBB), e  o éter difenil polibromado (PBDE), o cádmio é um metal tóxico, que pode causar sérios problemas de saúde. E brincos, pulseiras, anéis e cordões que levam o metal em sua produção estão retidos no porto do Rio de Janeiro. Segundo o governo, lá permanecerão até a conclusão de estudos feitos pelos órgãos competentes.

Composto pela Anvisa, Senacon, Inmetro e Ministério da Saúde, o Grupo de Consumo Seguro e Saúde, começa a discutir e elaborar estudos para a regulamentação da presença do cádmio em bijuterias e estabelecer limites para o mercado nacional. Países como Estados Unidos já estudam esse elemento desde 2010, e em 2011, regularam a presença da substância num limite nãor superior a 0,03%; na  Europa o limite não ultrapassa 0,01%.

Os testes necessários para a determinação das quantidades desses metais e de outras substâncias perigosas já são realizados no Brasil pela SGS e podem garantir uma vantagem competitiva real a fabricantes e importadores. Saiba mais sobre as análises e soluções da SGS para a Indústria do vestuário e acessórios clicando nos tópicos relacionados.