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Gamificação é a palavra do momento em Educação Corporativa. Contudo, quando se fala em tecnologia, as pessoas tendem a remeter para o jogo, mas o conceito é mais amplo do que o jogo em si. Na verdade, os jogos sempre foram usados para aprender. Na infância usa-se jogos para dinamizar a aprendizagem. “Há várias qualidades na gamificação como o lado lúdico, a empolgação dos alunos em participar, a interatividade, são elementos diferentes para quem vem de uma cultura educacional mais austera”, argumenta Romain Mallard, da Crossknwoledge.

Com a entrada da tecnologia, pensou-se que o jogo poderia ser organizado em escala, principalmente com o crescimento dos games em celulares, e as empresas começaram a desejar aproveitar o que os jogos têm de bom.

Entretanto, embora seja uma tendência, é preciso ter alguns cuidados porque os jogos digitais empregam uma tecnologia bastante complexa, e os videogames que as pessoas têm na sala custam algumas dezenas de milhões de dólares para serem desenvolvidos e não são acessíveis para a maioria dos projetos de Educação Corporativa. Eles também demandam muito tempo para serem desenvolvidos e se a complexidade for reduzida, perdem-se algumas vantagens da gamificação, por exemplo, o lado interativo e imersivo. A atualização também é um ponto crítico e os jogos empresariais têm uma dinâmica diferente dos tradicionais. “Hoje o jogo tem seu espaço, mas quando o ensino é possível, é melhor utilizar os conceitos de gamificação, como pontuação, ranqueamento dos jogadores, competição ou cooperação de acordo com as regras estabelecidas e valorização de determinados comportamentos”, afirma Luiz Alexandre Castanha, diretor da Telefônica Learning Services, empresa de soluções para Educação Corporativa ligada ao Grupo Telefônica/Vivo.

Para ele, esta estratégia faz sucesso porque junta elementos interessantes para motivar e engajar as pessoas, como contexto, estímulo do protagonismo, avatares e situações que promovem competição e cooperação. “É como se trouxéssemos os elementos do mercado de entretenimento para o treinamento. Hoje, os programas de desenvolvimento concorrem com vários outros compromissos que as pessoas têm durante o dia, criando uma grande disputa pela atenção dos alunos. É essencial avaliar a necessidade do negócio para escolher a estratégica correta para educação”, recomenda. 

Fonte:  Revista T&D

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