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O trocadilho acima mostra que os projetos educacionais mediados por tecnologia devem focar mais a aprendizagem

É inegável que a tecnologia está presente na vida das pessoas. Hoje em dia é inimaginável alguém trabalhar sem um celular, computador ou qualquer outro dispositivo que auxilie e facilite as tarefas pessoais e profissionais.

Entretanto, quando se fala em projetos de Educação Corporativa, é preciso fazer uma análise mais minuciosa do emprego da tecnologia nos programas de treinamento e desenvolvimento. Romain Mallard, diretor da Crossknowledge, consultoria multinacional especializada em desenvolvimento de projetos educacionais mediados por tecnologia, afirma é preciso procurar pessoas que entendem do projeto educacional e da estratégia da organização, que sejam capazes de vincular, de fato, e ajudar o gestor de RH na estratégia do negócio e ligá-la à realidade educacional. “Ele deve ter uma visão ampla do mercado, não só do segmento da empresa, mas também de outros setores, porque muitas vezes esse aspecto é uma fonte de inovação importante”, aponta.

Depois, ele deve se preocupar muito com a execução porque a complexidade dos projetos não pode ser minimizada, pois um projeto educacional já é complexo por natureza e inserir tecnologia aumenta a complexidade, de modo que o gestor precisa entender de Andragogia, de comunicação interna, de tecnologia — e é preciso considerar que ela evolui muito rápido —, de governança de projetos, porque projetos de tecnologias educacionais não requerem apenas montar, entregar e depois sair deles, pois demandam um acompanhamento constante para verificar que resultado está trazendo, quais adaptações são necessárias, o que precisa ser modificado e pensar em planos de ação futuros.

Enfim, são muitos aspectos e a melhor maneira de o gestor de RH avaliar se a empresa que está consultando é um bom parceiro é conhecer seu leque de cases, quantidade de referências, consultar clientes, tudo isso para ajudá-lo na escolha. “Na verdade, a complicação do e-learning está mais no learning que no e”, comenta, rindo.

Fonte:  Revista T&D

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